Dois vereadores de São Paulo começaram um confronto com os estudantes das universidades estaduais que se manifestavam na tarde desta segunda (11), na Praça da República. Em um vídeo que circula nas redes sociais, é possível ver Rubinho Nunes (União Brasil) chutando um estudante caído no chão, enquanto um outro homem tenta contê-lo. Adrilles Jorge (União Brasil), também participou do conflito. Em vídeos publicados por Adrilles Jorge, manifestantes tentam chutá-lo enquanto ele protesta contra a manifestação. Em outros vídeos, estudantes jogam um líquido branco no rosto do vereador.
O ato estudantil começou nesta segunda (11) às 13h, em frente à Reitoria da UNESP, na Praça da República, onde ocorreria a reunião do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp).
O encontro de reitores foi cancelado na própria segunda-feira (11), mas os estudantes da Unicamp, Unesp e USP mantiveram o ato, que seguiu da Praça da República em direção à Avenida Paulista.
Greve na USP
Em meio à greve, os estudantes invadiram a reitoria da USP, na última sexta-feira (8). Eles reivindicam a reestatização dos bandejões e aumento dos auxílios do Programa de Apoio à Formação e Permanência Estudantil (Papfe). Atualmente, o benefício integral está no valor de R$ 885 e os mobilizados pedem que suba para cerca de R$ 1.804.
A proposta da reitoria foi de R$ 912 mensais, o que foi negado. Desde a semana passada, os estudantes tentam uma nova reunião com a instituição, porém o reitor da USP, Aluisio Segurado, afirmou que não vai reabrir negociações após a invasão do prédio da reitoria.
Desocupação da reitoria da USP
A ação ocorreu na madrugada deste domingo (10) e a Reitoria da USP informou que não foi informada sobre a operação policial. A universidade lamentou os acontecimentos e repudiou que a “violência substitua o diálogo, a pluralidade de ideias e a convivência democrática como forma de avanço de pautas e solução de controvérsias”. Nos últimos dias, a instituição, que está em greve há quase um mês, adotava iniciativas como corte de água e luz.
A PM indica que eventuais excessos serão “rigorosamente apurados”, que cerca de 150 pessoas foram retiradas do prédio e não houve feridos.
Assessoria/ Redação VEJA São Paulo/Caminho Político
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