Nikolas Ferreira causou polêmica durante visita ao Acre, estado que deu 70,30% dos votos para o candidato Bolsonaro no segundo turno das eleições de 2022. O deputado federal do PL-MG (Partido Liberal pelo estado de Minas Gerais) participou de um evento político no Acre, na Amazônia. Ele afirmou que “achava que era só índio” ao se referir aos habitantes locais, usando um termo considerado ultrapassado e preconceituoso, em vez de “indígena”. Suas falas foram vistas como desqualificação dos modos de vida amazônicos e como reprodução de preconceito colonial. Ele mencionou pobreza, falta de infraestrutura e citou que a luta das pessoas era construir uma ponte. Contudo, como é seu modus operandi, ele fez sua críticas ao Lula. Ferreira questionou o destino das multas ambientais arrecadadas em 2024 (R$ 729 milhões), criticando o uso de R$ 350 milhões na COP 30 para infraestrutura de cruzeiros.
O deputado ignorou o papel dos governos locais (muitos aliados seus) na construção de infraestrutura e desqualifica o trabalho do Ibama, órgão essencial para a proteção da Amazônia.
Nikolas Ferreira assume ignorância
“Eu achei que ia chegar na Amazônia e, pra mim, meu irmão, era só índio, aqueles negócios vermelhos (urucum) que passaram em mim, inclusive me dá alergia, eu sou alérgico a vermelho […] Achei que era isso, a Amazônia, e eu vi uma realidade completamente diferente. Uma pobreza muito grande, falta de infraestrutura. Gente que a luta da vida delas é construir uma ponte”, disparou o rapagão.
Assessoria/Caminho Político
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