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sexta-feira, 1 de setembro de 2017

"SAÚDE: Hospital em Cuiabá é pioneiro em cirurgias ginecológicas minimamente invasivas"

As cirurgias ginecológicas minimamente invasivas oferecem cada vez mais qualidade de vida às mulheres. Se antes era necessário fazer um grande corte no abdômen para conseguir tratar doenças, hoje é possível realizar cirurgias de endometriose, remoção de miomas, retirar cistos de ovários, laqueaduras tubárias e até remover o útero, por meio da cirurgia por vídeo, chamada videolaparoscopia. Este tipo de procedimentos é mais estético, oferece menos dor no pós-operatório, possibilita alta hospitalar precoce com retorno mais rápido às atividades do dia a dia, o que é extremamente importante para a mulher moderna que está no mercado de trabalho. A videolaparoscopia também apresenta menores índices de infecção e custos, quando se leva em conta o menor índice de complicações.
Em Cuiabá, a Femina Hospital Infantil e Maternidade é uma das pioneiras em Mato Grosso a oferecer cirurgias ginecológicas por meio da videolaparoscopia. Os médicos ginecologistas Laerte Basso Júnior e Acir André Novaczyk são os responsáveis pela realização de cirurgias videolaparoscópicas de endometriose, miomas, histerectomias (retirada de útero) entre outros procedimentos ginecológicos minimamente invasivos.
ENDOMETRIOSE – Uma das cirurgias minimamente invasivas mais realizadas na Femina é a de endometriose. O médico Laerte Basso Júnior, explica que a endometriose provoca cólicas incapacitantes, que podem começar durante o ciclo menstrual.
A endometriose também provoca alterações intestinais, dor para urinar durante o período menstrual e evoluir para quadros mais graves que chegam a impedir que a mulher tenha uma vida com qualidade física e emocional e em alguns casos também pode levar a Infertilidade.
A literatura médica aponta que pelo menos 14% das mulheres em idade reprodutiva possuem ou possuirão endometriose, que é o crescimento do endométrio tecido que deveria existir apenas dentro útero, em outros órgãos como: ovários, trompas, intestino e bexiga.
O endométrio é o revestimento interno do útero que se prepara mensalmente para receber o óvulo fecundado, como isso não acontece, o endométrio é descamado e eliminado juntamente com a menstruação. Quando o endométrio cresce em outros órgãos internos, por razões ainda não totalmente conhecidas pela medicina, surge a endometriose.
“A endometriose pode consistir desde minúsculas, a grandes lesões. A videolaparoscopia para tratamento de endometriose é uma forma de controle da doença, que garante a eliminação das lesões de forma pouco invasiva. Apesar de ainda não existir cura, a doença, quando tratada a tempo, garante a amenização dos sintomas que podem ser incapacitantes em algumas pacientes”, explica Laerte Basso.
A endometriose também pode ser tratada com medicamentos, nos casos em que não haja indicação de cirurgia. O tratamento medicamentoso consiste no uso de hormônios que provoque o bloqueio da menstruação. O que pode ser feito por vários métodos dentre eles o uso de implantes hormonais, tratamento que também é realizado pelo médico Laerte Basso.
VANTAGENS - Por sua vez, o médico Acir André Novazczyk, com atuação na área de endoscopia ginecológica há 16 anos, explica que qualquer procedimento ginecológico minimamente invasivo tem como objetivo a recuperação mais rápida, uma mínima cicatriz, menos dor e menor chance de complicações no período de recuperação.
“Tudo isso, oferece mais qualidade de vida e garante que a paciente volte à rotina sem as limitações que as cirurgias que precisavam abrir o abdômen provocavam na mulher”, destaca Acir Novazczyk.

Assessoria de Imprensa Hospital Infantil e Maternidade Femina - ZF Press

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