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segunda-feira, 30 de julho de 2018

"DESCONHECE MT: “Chega de oposição irresponsável”, diz Taques sobre promessa de Mauro para VLT"

Resultado de imagem para governador Pedro TaqueO governador Pedro Taques, pré-candidato do PSDB à reeleição, pediu responsabilidade ao ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (DEM) na condução do assunto conclusão do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Nesta segunda-feira (30.07), o tucano voltou a avaliar que “prometer a conclusão do VLT em menos de um ano é coisa de mágico”. Segundo o governador, o Estado estava pronto para retomar a obra. No entanto, o processo foi suspenso judicialmente após a deflagração da Operação Descarrilho, em março do ano passado, oriunda da delação premiada do ex-governador Silval Barbosa, então MDB, que revelou um esquema de corrupção envolvendo o consórcio construtor do modal. Dados do Governo do Estado tornados públicos por um estudo contratado de consultoria da KPMG apontam que a obra levaria, pelo menos, 19 meses para a sua conclusão. Com a investigação do esquema de corrupção na obra, o Governo decidiu romper o contrato unilateralmente com o consórcio e se prepara para lançar um novo edital para a contratação da empresa que vai terminar a execução da obra.
Pedro afirmou que Mato Grosso está cansado de oposição irresponsável e que Mauro desconhece o processo envolvendo o VLT. “Chega de oposição irresponsável! Mato Grosso não precisa de mais um político para engrossar o coral de quem só grita, aponta o dedo, mas não oferece solução. Talvez o senhor ex-prefeito não saiba que existe uma questão judicial por trás do VLT que nos impediu até há pouco tempo de suspender o contrato já existente”, questionou Taques.
O governador lembra ainda que sempre apontou que havia ilegalidade na escolha do modal, que além de ser mais caro também levaria mais tempo para ser concluído. “Em primeiro lugar, é importante lembrar que ninguém além do senhor Pedro Taques combateu a corrupção que sempre esteve escancarada na escolha deste modal para Mato Grosso. Enquanto senador, cobrei, debati, fiscalizei. Eleito governador, assumi dois compromissos com a população: não jogar a poeira para debaixo do tapete e concluir a obra”, continuou.
Pedro lembrou que desde 2015 o Estado age com transparência, realizando audiências públicas e compartilhando com a sociedade os documentos envolvendo a construção do modal. “Tamanha a nossa disposição em resolver essa situação que realizamos audiência pública logo no início do mandato, para que toda a população pudesse ter conhecimento da situação do VLT. Auditamos o contrato, suspendemos pagamentos, descobrimos irregularidades, mandamos para a Justiça que depois fez a Operação Descarrilho. Gente foi presa, é investigada e processada nesse caso que ainda corre em segredo de Justiça. Fizemos tudo com a maior responsabilidade”, diz.
Ressalta ainda que o grupo político que não zelou pelo bom andamento da obra agora cobra uma solução para o VLT. “Agora, o mesmo grupo que não cuidou das nossas finanças, que pagou R$ 700 milhões por vagões sem trilhos, agora cobra uma solução imediata do VLT? Infelizmente, o tempo da Justiça é diferente do tempo do Executivo. O senhor ex-prefeito sabe disso. E nossa gestão não fará nada errado, embora muitos defendam que o Estado devesse contratar outra empresa, despejar mais dinheiro, e deixar o que passou no passado. Eu não farei isso!”, esclarece.
O governador Pedro Taques ressaltou ainda que quem roubou do VLT está sendo responsabilizado e, “agora, o Poder Executivo tem segurança para lançar a nova licitação. É o que estamos fazendo”, explicou. Ao finalizar sua fala, Taques ressaltou a impossibilidade de se se concluir a obra em 12 meses.
“É um abacaxi grande criado por quem? Pelo governo do PMDB (que apoia Mauro Mendes). Agora eu não posso adivinhar que o governador Silval Barbosa teria recebido dinheiro em razão da obra do VLT. Falar que vai ter vai terminar em 1 ano é coisa de mágico”, concluiu.
HISTÓRICO - Considerada a maior obra da Copa do Mundo para Cuiabá, o VLT sempre envolveu muitas controvérsias, reportagens nacionais mostraram que já se conheciam os vencedores da licitação antes mesmo do certame, depois descobriu-se que a empresa que fazia o monitoramento do andamento da obra avisa o governo de Silval Barbosa sobre os constantes atrasos. No início, a escolha do Governo havia sido pelo modal BRT (Bus Rapid Transit), estimado em quase R$ 500 milhões. Mas uma fraude no Ministério de Cidades patrocinada pelo Governo Silval Barbosa e revelada na imprensa nacional, mostrou houve que de forma irregular houve um parecer para troca do modal.
A empresa contratada para gerenciar a obra também apontava que havia um descompasso do econômico financeiro no andamento da obra. O trens, por exemplo, chegaram muito antes dos trilhos serem colocados ao custo de R$ 500 milhões. O custo final da obra seria de R$ 1,2 bilhão, dos quais já foram pagos R$ 1,06 bilhão. A obra foi paralisada ainda no governo Silval Barbosa, então no PMDB, que hoje defende a pré-candidatura de Mauro.
O VLT foi contratado para entrar em funcionamento em março de 2014, ainda na gestão de Silval e antes dos jogos da Copa do Mundo.
Imprensa PSDB MT

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