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terça-feira, 25 de setembro de 2018

"ELEIÇÕES 2018: Candidatos denunciam desigualdade na distribuição de recursos e tempo de TV"

Candidatos adeputado federal Max Campos, Leila Almeida, Gilmar Brunetto e Mylene LustosaOs candidatos a deputado federal Gilmar Brunetto, o Gauchinho (PPS), Max Campos (PSB), Leila Almeida (PPS) e Mylene Lustosa (MDB) formaram um bloco suprapartidário para denunciar a desigualdade na distribuição dos recursos do Fundo Partidário, Fundo Eleitoral e do tempo no horário eleitoral gratuito de rádio e TV. O grupo classifica a prática das direções partidárias como “caciquismo reformado”. “Não nos calaremos frente a mais esse achaque com a democracia e com a vontade do povo de Mato Grosso. Somos candidatos e candidatas prejudicadas para denunciarmos o que denominados de caciquismo reformado”, dizem os denunciantes.
Segundo os candidatos, os recentes escândalos de corrupção envolvendo o ex-governador Silval Barbosa (sem partido) coloca no eleitorado mato-grossense o desejo de renovação política. No entanto, alegam que as estruturas partidárias promovem a perpetuação dos políticos que já detém mandatos eletivos.
Conforme divulgado publicamente no site do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), o MDB lançou seis candidatos a deputado federal, sendo que dois deles tentam a reeleição: Carlos Bezerra e Valtenir Pereira, que junto com o vereador por Tangará da Serra Rogério Silva, receberam R$ 1,5 milhão cada. Porém, a legenda não destinou nada ainda para o ex-prefeito de Sinop Juarez Costa e nem para duas candidatas mulheres Elenilza Pereira e Mylene Lustosa.
O PP, que tem apenas dois na disputa pela Câmara dos Deputados, sendo eles o candidato à reeleição Ezequiel Fonseca e o ex-ministro da Agricultura Neri Geller, efetuou doações milionárias. Um recebeu R$ 1,9 milhão enquanto o outro foi contemplado com R$ 1 milhão.
A direção nacional do PR, que tem como candidato a governador Wellington Fagundes, lançou Professor Bispo e Eliene Lima para concorrer a deputado federal e repassou R$ 938 mil e R$ 500 mil, respectivamente. Mesma situação acontece com o PT e PTB.
Os petistas lançaram apenas duas candidatas para concorrer à Câmara Federal - a ex-secretária de Educação do Estado, Rosa Neide Sandes e a professora da Unemat Edna Sampaio. Para alavancar suas campanhas em Mato Grosso, o PT Nacional repassou R$ 413, 2 mil para Rosa Neide e apenas R$ 37,2 mil para Edna.
Já no PTB, que tem como candidatos Emanuelzinho – filho do prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) - e Idele Rodrigues, a distribuição dos recursos também foi totalmente desproporcional. Enquanto o rapaz recebeu R$ 1 milhão do PTB Nacional e mais de R$ 100 mil do PTB Estadual; a mulher recebeu a doação de apenas R$ 155 mil por parte da Executiva Nacional do PTB.
No PPS, o candidato a deputado federal, ex-secretário estadual de Educação Marco Marrafon, abocanhou R$ 421,2 mil do Fundo Partidário. O médico Doutor Peres recebeu R$ 34,7 mil. Enquanto isso, Gauchinho e Leila Almeida nada receberam até o momento.
Em relação ao PSB, a candidata a deputada federal e ex-secretária de Saúde de Rondonópolis Marildes Ferreira recebeu R$ 600 mil do Fundo Partidário e o vereador por Várzea Grande Ícaro Reveles, R$ 50 mil. O servidor público Max Campos e o ex-prefeito de Dom Aquino Josair Lopes nada receberam. Já Walter Regenald está indeferido com recurso e, por isso, não consta movimentação financeira.
“Tal prática deve ser denunciada com veemência, temos que lutar pela renovação na política. A nova política não deve ser feita com velhos nomes e muito menos com velhas práticas”, diz trecho da nota pública que está aberta a novas adesões de candidatos que se sentem lesados por seus partidos.
Leia, abaixo, a nota pública dos candidatos a deputado federal: 

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