SENADO FEDERAL CONTRA A COVID-19

SENADO FEDERAL CONTRA A COVID-19
Acompanhe os números de evolução da doença pelo painel do Ministério da Saúde

A STELMAT visa o fortalecimento dos negócios em governança de TI

A STELMAT visa o fortalecimento dos negócios em governança de TI
Av. Isaac Póvoas, 927, Bairro Goiabeiras

Tribunal de Contas de Mato Grosso - Presidente Dr. Guilherme Maluf

Tribunal de Contas de Mato Grosso - Presidente Dr. Guilherme Maluf
Rua Cons. Benjamin Duarte Monteiro, Nº 01, - Ed. Marechal Rondon - Centro Político Administrativo - Cuiabá-MT

Loja Oficial - Casa Prado

Loja Oficial - Casa Prado
Camisetas, Polos, Calças, Bermudas, Sapatos e Acessórios de Qualidade na Casa Prado!

sábado, 4 de janeiro de 2020

"China demite representante de Pequim em Hong Kong"

Hongkong Chinesicher Vertretter Wang Zhimin (picture-alliance/dpa/China News Service/VCG/Zhang Wei)Segundo a imprensa chinesa, Wang Zhimin foi demitido por "julgar mal a situação" no território, que é palco de intensos protestos desde junho. Ele será substituído por um chefe provincial do Partido Comunista.A China anunciou neste sábado (04/01) a nomeação de Luo Huining, antigo secretário do Partido Comunista (PC) na província de Shanxi, como o novo diretor do chamado Escritório de Ligação, o órgão oficial que representa Pequim em Hong Kong. Luo vai substituir Wang Zhimin, que ocupava o cargo desde 2017, segundo informações divulgadas pela agência de notícias oficial Xinhua.
A nomeação surge como uma surpresa, já que Luo havia sido nomeado há apenas uma semana vice-diretor do Comitê de Assuntos Econômicos e Financeiros da Assembleia Popular Nacional (legislativo), informa o South China Morning Post.
A escolha representa uma nova estratégia de Pequim para lidar com os protestos que vêm ocorrendo na antiga colônia britânica há sete meses. Wang teria sido demitido por "julgar mal a situação em Hong Kong", de acordo com a Televisão e Rádio Públicas locais (RTHK).
Hong Kong vem sendo palco há meses de protestos. As manifestações começaram em junho, contra uma proposta de lei que permitiria a extradição de suspeitos de crimes em Hong Kong para a China continental. Embora o projeto tenha sido posteriormente engavetado, os protestos acabaram se transformando num movimento mais amplo contra o governo pró-Pequim do território, com demandas por mais democracia direta e a instalação de um inquérito independente para apurar brutalidade policial.
As manifestações de massa paralisaram o governo local e fecharam empresas e escolas, na pior crise política do território em décadas. Os meses de protesto colocaram a economia de Hong Kong em recessão pela primeira vez em uma década, após uma contração de 2,9% no terceiro trimestre, afetada por quedas nas importações e exportações, nas vendas a varejo e no declínio dos números do turismo.
JPS/efe/afp/ots/cp

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Ame,cuide e respeite os idosos