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terça-feira, 7 de abril de 2020

"PANDEMIA: Comissão de Saúde discute ações de combate ao Coronavírus em MT"

Os membros da comissão se reunirão semanalmente para acompanhar o avanço dos casos. A Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social da Assembleia Legislativa de Mato Grosso realizou reunião extraordinária na manhã desta terça-feira (07) para avaliar a evolução dos casos do novo Coronavírus (Covid-19) em Mato Grosso e propor ações para conter o avanço da doença. Presidida de forma presencial pelo deputado Dr. João (MDB), vice-presidente da comissão, a reunião contou ainda com as participações virtuais dos deputados Dr. Eugênio (PSB), Paulo Araújo (PP), Lúdio Cabral (PT) e Dr. Gimenez (PV).

Após amplo debate sobre a atual situação da pandemia no país e no estado de Mato Grosso, os membros da comissão decidiram que irão encaminhar ofício ao governador Mauro Mendes e ao secretário de estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, solicitando a revisão dos valores que serão pagos aos 751 profissionais que serão contratados de forma emergencial para atuar nas unidades de saúde estaduais. O edital de abertura de processo de seleção simplificada foi publicado no Diário Oficial do Estado que circulou no dia 30 de março e faz parte das medidas adotadas pelo governo para o enfrentamento ao Covid-19.
“Que absurdo esse edital de convocação emergencial de trabalhadores oferecendo R$ 300 para um enfermeiro, R$ 240 para psicólogo e fisioterapeuta e R$ 160 para um técnico de enfermagem por plantões de 12 horas. O trabalho na saúde precisa ser valorizado e o estado precisa direcionar recursos para isso”, disse Lúdio Cabral.
“Esse edital é realmente vergonhoso. Os profissionais de saúde estão indo para a linha de frente contra um vírus que ainda é desconhecido e devem ser valorizados”, acrescentou Dr. Gimenez.
O deputado Dr. João chamou a atenção para o perfil técnico e a ampla experiência dos membros da Comissão de Saúde – quatro médicos e um servidor de carreira da Secretaria de Estado de Saúde – e defendeu que o Governo do Estado convide ao menos um dos integrantes para participar das reuniões e decisões para enfrentamento ao novo Coronavírus.
“A Comissão de Saúde tem trabalhado incansavelmente. Viajamos o estado inteiro em 2019 e vamos continuar fazendo isso em 2020. Não temos vaidades pessoais. Queremos ajudar. Sendo convidados ou não, continuaremos cumprindo a nossa obrigação como parlamentares e como médicos”, ressaltou.
Subnotificações – O deputado Dr. Eugênio destacou a importância de encontrar um equilíbrio entre as questões econômicas e de saúde e demonstrou preocupação com as subnotificações dos casos de Coronavírus devido à demora na obtenção dos resultados dos exames. “Esse delay exagerado, que pode chegar até a 15 dias, dentro da curva epidêmica é uma eternidade”.
Testes – A realização de testes em profissionais da saúde foi defendida pelo deputado Dr. Gimenez. “Esses testes deveriam ser feitos o mais rápido possível e com certa periodicidade, pois se os profissionais de saúde se contaminarem e tiverem que se ausentar do trabalho, quem vai cuidar da população?”, indagou.
Estadualização da regulação – A comissão também decidiu que irá agendar uma reunião com o secretário de estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, para que o gestor apresente as principais dificuldades para estadualização do complexo regulador. O assunto vem sendo debatido desde o ano passado pela comissão.
“A gestão da regulação está municipalizada desde 2010 e esse é o momento oportuno para discutirmos a sua estadualização. Temos que primar pela saúde da população mato-grossense e não podemos deixar que vaidades superem questões muito maiores”, frisou o deputado Dr. Eugênio.
Paulo Araújo também defendeu que a gestão do complexo regulador passe a ser responsabilidade do estado, não só em Cuiabá, mas em municípios que são referência em Mato Grosso, como Rondonópolis e Sinop. Entretanto, o deputado salientou que essa mudança só poderá ocorrer a partir de um consenso entre estado e municípios.
Renda mínima – Além de reforçar a importância do fortalecimento do sistema público de saúde, o deputado Lúdio Cabral declarou ser favorável à implantação de uma renda mínima universal. “Hoje a Caixa Econômica liberou o aplicativo para se cadastrar para receber o beneficio [‘corona vousher’]. Se já tivéssemos toda a população inserida em um cadastro por meio do CPF, essas pessoas estariam protegidas. Era só depositar o dinheiro na conta delas”, explicou.
RENATA NEVES/Caminho Político
Foto: Fablício Rodrigues

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