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sexta-feira, 16 de outubro de 2020

"Mulheres líderes do agronegócio discutem propostas com Nilson Leitão"

Candidato ao Senado Federal pelo PSDB, Nilson Leitão esteve em reunião, na manhã de sexta-feira (16.10), com líderes femininas para discutir propostas para o agronegócio do Estado. Ao lado de sua esposa, Renata Leitão, eles escutaram as principais demandas, queixas e ideias dessas mulheres para a chapa “Mato Grosso Por Inteiro”. Em conferência remota, ele esteve atento a cada uma das observações das 12 mulheres presentes. “Estou aqui para ouvir vocês”, disse. Segundo Nilson, a participação das mulheres na política, especialmente em um momento importante para o Brasil, é essencial. Produtora rural em Lucas do Rio Verde, Denise Krieger Girotto Hasse, diz que as mulheres estão engajadas a construir uma política honesta e justa.“A gente quer politizar o nosso meio, levando os anseios e as dores dos produtores rurais, dando uma voz ativa para eles, dos pequenos aos grandes. Isso, de nos receber, é um passo gigantesco e honrado da tua parte”, afirmou.A discussão sobre a agricultura foi feita por uma perspectiva feminina levando em consideração as suas necessidades, mas as produtoras rurais garantem que irão lutar por todo o agro. Para isso, pedem que um canal da comunicação direta com o Senado seja criado. “Queremos saber os projetos que estão em andamento, queremos poder opinar, poder acompanhar, poder estar presente e fazer parte. Não somente levar, mas trazermos desenvolvimento para o Mato Grosso. O agro não cresce sozinho, a comunidade geral se beneficia com o agro”, argumentou Denise Hasse.Apesar de não ser produtor rural, o candidato se compromete, assim como fez durante seus 8 anos na Câmara dos Deputados, a defender os interesses do setor no Senado, que é o carro-chefe da economia mato-grossense. Se for eleito, ele pretende revolucionar o campo por meio de incentivos econômicos. “Nós somos bons no que exportamos, mas ainda não produzimos aquilo que consumimos. Eu acho que nós precisamos enriquecer o Mato Grosso por inteiro”, ressalta.O agronegócio está em constante modernização, porém, no interior do Estado, há uma falta de formação profissional que prepare esses agricultores para as novas tecnologias, menciona a produtora rural de Tangará da Serra, Patrícia Pasa. “A gente tem um déficit de formadores profissionais que trabalhem com o agro. Os municípios do agro não têm políticas regionais de formação profissional para quem quer trabalhar na agricultura”.Leitão, por outro lado, acredita que esse aperfeiçoamento deve ser fornecido pelo Estado. “Não é apenas para ensinar a plantar, é imprescindível entender todo o processo do agronegócio, desde cedo nas escolas. A educação tem um papel fundamental, não somente na formação de profissionais do campo, mas para a construção da ética e cidadania dos estudantes”, concluiu. Assessoria

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