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quinta-feira, 12 de novembro de 2020

O exercício da democracia é um compromisso com a liberdade

A semana que passou deixou o mundo em estado de alerta. Apreensão, ansiedade, dúvidas, dedos cruzados. Não, não era uma partida de final de copa do mundo, não valia troféu, nem um prêmio milionário. O que estava em jogo era a Casa Branca, a posse da caneta mais poderosa entre as potências políticas, financeiras e bélicas.
Os olhos do mundo se voltaram para lá, porque o que acontece na terra do Tio Sam, impacta todo o resto do mundo. As eleições americanas são um exemplo concreto de democracia, de fazer valer a vontade do povo. O voto não é obrigatório, já é sabido por todos, então, quando o povo vai às urnas, sem que haja uma obrigatoriedade, é o exercício da democracia e o compromisso com a liberdade individual, com o desejo de mudanças. É um povo lutando pelos seus direitos com a arma mais poderosa: o voto!
No jogo democrático, a palavra “inimigo” fica deslocada, porque não deve existir, porque de fato e de direito o que existe é uma oposição. Nesse jogo eleitoral em que o vencedor recebe o mandato como espólio a fim de proteger a vida, a liberdade e os direitos daqueles que não torceram por sua vitória e foram derrotados, o vencedor deverá tratar a oposição com respeito e dignidade, porque quando o pleito chega ao fim, o que deve existir é apenas o povo.
Assim é a democracia. Um dia você governa, no outro, é governado. Cabe àqueles que participam do pleito aceitar a vontade absoluta da população. Aceitar o resultado das urnas é fortalecer a democracia, é reconhecer que a aprovação popular, em determinados momentos, pode ser a voz de Deus. Lutar contra o resultado das urnas, fazer ilações, colocar em cheque a veracidade do trabalho daqueles que lutam em prol da soberania da nação, é também, colocar na berlinda, todo o verniz de verdade e soberania de um povo.
A liberdade é fundamental. A democracia é um direito inalienável. Saber ouvir o clamor popular é o mínimo que se espera de homens públicos. Lutar com heroísmo e perder com elegância é a postura de políticos com conduta ilibada. Respeito à instituição democrática é a resposta daqueles que lutarão pelo bem do povo que os elegeu como representante legal de suas vontades e sonhos.
Frankes Márcio Batista Siqueira é professor desde 1995, graduado em geografia e ciências contábeis, mestre em Desenvolvimento Social e doutor em Cultura Contemporânea pela UFMT.

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