PREFEITURA DE VÁRZEA GRANDE

PREFEITURA DE VÁRZEA GRANDE
Prefeitura publica novo decreto e mantém fiscalização rígida contra pandemia Várzea Grande vacina Guarda Municipal e forças de segurança e vai abrir cadastro para idosos acima de 60 anos Várzea Grande e Assembleia Legislativa vão abrir novos pontos de vacinação Várzea Grande abre inscrição para 60 anos depois de vacinar 6,5 mil pessoas nos últimos dias

HOSPITAL H•BENTO

HOSPITAL H•BENTO
Av. Dom Aquino, 355 • Centro, 78015-200 • Cuiabá - MT

VI SIMPÓSIO SOBRE DISLEXIA DE MATO GROSSO – 2021 - MINICURSOS

VI SIMPÓSIO SOBRE DISLEXIA DE MATO GROSSO – 2021 - MINICURSOS
PLATAFORMA EAD DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE MATO GROSSO Cuiabá - MT.

DE OLHO NOS RURALISTAS!

DE OLHO NOS RURALISTAS!
Observatório de agronegócio e políticas ruralistas no Brasil. As notícias com perspectiva social e ambiental.

sábado, 19 de junho de 2021

RECUPERAÇÃO DE CRÉDITO: Revisão do modelo de gestão e celeridade de acordo são essenciais para reduzir inadimplência, diz advogado

A inadimplência é uma realidade que a maioria dos empresários precifica ao administrar seu negócio. Mas nem sempre a administração do crédito inadimplido é feita com perícia, o que se transforma em prejuízo financeiro.
Para o advogado Alex Cardoso, que é conselheiro de instituição financeira, especialista em gestão de crédito, risco e recuperação de crédito, a inadimplência pode ser combatida com a revisão de todo o modelo de gestão. “O mundo dos negócios é permeado de riscos. Vender um produto ou oferecer um serviço nem sempre garante o recebimento do valor cobrado, mas existem estratégias no campo da prevenção que podem ser desenvolvidas. Uma forma é contar com o auxílio de um advogado que pode auxiliar na formalização da dívida”, explica.
Alex aponta que medidas como protesto judicial ou execução de título executivo precisam de um cuidado especial, e um problema recorrente no mundo dos negócios é a dificuldade – isso se não a impossibilidade – de caracterização desses títulos, seja por falta de formalidade ou comprovação contábil da negociação e do não adimplemento.
Se de um lado a demonstração do título executivo – que é aquela conta ou obrigação que pode ser cobrada no Poder Judiciário – pode reduzir o lucro e a saúde financeira de uma empresa, há, por outro lado, uma relativa acomodação com a inadimplência, que se manifesta com a demora de fazer a cobrança e propor um acordo.
“Muitas empresas se acostumam com certo índice de inadimplência, e isso acontece, principalmente, com aquelas que possuem alto fluxo de vendas e acabam oferecendo formas de pagamento como crediário, por exemplo. Enquanto está tudo aparentemente sob controle, esse índice de inadimplência vai sendo deixado de lado, até chegar o momento no qual o empresário precisa fazer um investimento, contratar novos serviços de tecnologia ou ampliar seu negócio e, somente aí, é que sente falta daquele valor que poderia suprir a contratação de financiamento”, ressalta o advogado.
Quando se trata de empresas da chamada “cobrança especializada”, que consiste em atacado, distribuição, indústria entre outras de valor mais agregado, o problema maior está no risco de mercado, que já é inerente a esse perfil de negócio.
“Nessas empresas muitos fatores contribuem para falhas na administração da inadimplência, principalmente, quando essas negociações levam em consideração produtos que estão mais expostos à variação cambial, ou mais sensíveis à inflação, e à lei de oferta e demanda, e dessa forma, podem ampliar os riscos próprios do negócio.”, explica o advogado.
As variáveis que regulam o mercado também são sensíveis ao nível de inadimplência – tanto entre os consumidores, quanto entre as empresas. Dados mais recentes da Serasa Experian apontam que a inadimplência dos consumidores ao final do primeiro quadrimestre de 2021 alcançava 63 milhões de brasileiros, com 213,4 milhões de dívidas negativadas, somando mais de R$ 248 bilhões.
Em Cuiabá, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), realizada pela Fecomércio MT, no início de junho, 33,4% das famílias cuiabanas estavam inadimplentes, isso dentro de um universo de 74,4% de famílias endividadas.
Já a quantidade de empresas que ao final do primeiro quadrimestre de 2021 estavam endividadas no Brasil era de 5,9 milhões, com mais de R$ 105 bilhões negativados.
Somando os valores negativados entre pessoas físicas e jurídicas, são R$ 353 bilhões que deixaram de circular na economia brasileira no primeiro quadrimestre de 2021.
“Considerando que estamos em um cenário de pandemia, esse é um valor substancial que poderia ser revertido em mais investimentos, geração de emprego e renda pela iniciativa privada. Pelo menos 80% desse valor estagnado poderiam ser recuperados com boa gestão dos processos administrativos, judiciais e extrajudiciais possíveis”, pontua Alex Cardoso.
Assessoria/Caminho Político
@caminhopolitico @cpweb

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Ame,cuide e respeite os idosos