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quarta-feira, 8 de setembro de 2021

Pandemia: automedicação é cada vez mais comum e traz riscos à saúde

Prática é bastante comum na vida dos brasileiros e aumentou no último ano.
A pandemia da Covid-19 multiplicou práticas que já eram habituais na rotina do brasileiro – a automedicação e a indiferença a prescrição médica no consumo dos remédios se tornou uma constante durante esse período. Um dado que chancela essa afirmação consta no levantamento feito pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF), mostrando que as vendas da hidroxicloroquina passaram de 963 mil em 2019 para 2 milhões de unidades em 2020. A Ivermectina teve um aumento ainda mais expressivo, chegando a 557,26%.
Segundo uma pesquisa do Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ), os familiares, amigos, vizinhos e até mesmo os balconistas de farmácias são os que mais incentivam a automedicação. As estatísticas ainda apontam que 79% dos brasileiros com mais de 16 anos admitem já ter tomado medicamentos sem prescrição médica.
Os dados, alarmantes, refletem um cenário preocupante, onde geralmente muitas pessoas, na tentativa de prevenção ao vírus, optam por medicar-se seguindo indicação de amigos ou familiares, fazendo a compra de medicamentos sem prescrição médica. A prática, no entanto, pode trazer danos irreparáveis à saúde.
“A automedicação é extremamente grave e um problema de saúde pública. Essa cultura pode trazer danos como as reações alérgicas, intoxicações, internações e até morte. A posologia errada, inclusive, pode até desencadear danos irreversíveis”, ressalta a farmacêutica e professora do IDOMED, Talita Pinho.
Talita orienta as pessoas para os cuidados na pandemia, pois o uso indiscriminado de antibióticos divulgados durante esse período pode criar uma resistência dos micróbios e bactérias a esse tipo de medicamento, tornando esse agente ineficaz no combate a várias doenças.
Sobre o IDOMED – O IDOMED é um grupo que reúne 14 escolas médicas e consolida a tradição de mais de 20 anos de experiência nesse segmento acadêmico. Estamos presentes em todas as regiões do país, com mais de seis mil alunos e foco em excelência no ensino, aprendizado prático, tecnologia aplicada e conexão com a carreira médica. O grupo oferece programas de graduação, pós, especialização, residência médica e cursos de atualização. Está entre os líderes na incorporação de tecnologia educacional voltada à formação em Medicina.
Patrícia Belarmino/Caminho Político
@caminhopolitico @cpweb

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