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terça-feira, 24 de maio de 2022

Crea-MT e Amef-MT destacam Sistema Confea/Crea e atuação profissional do engenheiro florestal

O presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT), eng. civil, Juares Samaniego ministrou de forma online palestra sobre o Sistema Confea/Crea e Mútua aos acadêmicos do curso de Engenharia Florestal da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), campus Alta Floresta. Na oportunidade, o presidente da Associação Mato-Grossense dos Engenheiros Florestais (Amef-MT), eng. florestal, Benedito Carlos de Almeida explanou sobre a atuação e oportunidades profissionais na modalidade de Florestal.
“ Atualmente existem mais de 35 mil profissionais e 250 cursos das Engenharias, Agronomia e Geociências registrados no Sistema Confea/Crea de Mato Grosso. O Crea-MT é um órgão público de autarquia federal especial da administração indireta de abrangência nacional de instância máxima na regulamentação do exercício profissional, que zela pela ética profissional da engenharia, agronomia e geociências, fiscaliza o exercício e as atividades dessas modalidades, atendendo à sociedade e o profissional, além de registrar tabelas de honorários elaboradas pelas entidades de profissionais, sem fins lucrativos”, detalhou Juares.
Ainda de acordo com o presidente, o papel do Sistema é proteger a sociedade, confere atribuições, valorização do profissional, define as penalidades, de composições das Câmaras Especializadas e a estrutura organizacional, o plenário, Câmaras Especializadas, Comissões permanentes e especiais, bem como grupos de trabalho, presidência, diretoria e inspetorias.
“ Os engenheiro civis, eletricistas, de transportes, ou até mesma de outras modalidades, podem participar de algumas entidades de classe que fazem parte do Crea-MT. O engenheiro civil tem opções de se associar em quatro entidades de classe que são ligadas ao Crea-MT. como: Associação Brasileira dos Engenheiros Civil (Abenc-MT), Sindicatos dos Engenheiros de Mato Grosso (Senge-MT), Instituto de Engenharia de Mato Grosso (IEMT) e Instituto Brasileiro de Avaliações e Pericias de Mato Grosso (Ibape-MT) ”, ressaltou Juares aos acadêmicos.
Na ocasião, Juares falou sobre a composição do pleno do Conselho e as reuniões realizadas uma vez ao mês para a definição de todos os tipos de processos dentro do Crea Mato Grosso. “O conselho dá atribuição, por ser profissional e fiscaliza o exercício ilegal da profissão. Ele abre mercado ao engenheiro na hora que vai fiscalizar uma obra, que pode deparar com uma falta de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), documento que é um contrato feito com o proprietário daquela obra. A função do Crea-MT não é fiscalizar a construção e sim a existência de um técnico habilitado no local”, ressaltou Juares.
Já o presidente da Amef-MT, eng. florestal Benedito Carlos de Almeida, destacou aos acadêmicos do curso de engenharia florestal da Unemat, campus Alta Floresta, sobre as oportunidades de trabalho, onde o engenheiro da modalidade pode atuar profissionalmente.
“ Desde empresas privadas, órgãos públicos, instituição de ensino, consultoria, bem como em unidade de conservação, outra até mesmo em terceiro setor que são as Organizações Não Governamentais (Ongs), esses profissionais podem desenvolver suas atividades”, detalhou Benedito.
O engenheiro florestal, explanou ainda que esse profissional também pode atuar no mercado de carbono, Georreferenciamento, ou seja, parte de geociências que envolve a topografia, bem como gerenciamento de programas, Software, mapeamento de solo. Manejo florestal, tanto nas florestas nativas, como plantadas e urbanas, além de assessoria e consultoria técnica junto as indústrias de base florestal.
“ Não podemos esquecer dos desafios do mercado, que atualmente propõe ao engenheiro ter uma “visão sistêmica”. Ou seja, de analisar as questões de causas e efeitos, ao empreendedor do setor e aprender a fazer gestão, inclusive de pessoas, ter habilidade tanto como executivo de uma empresa como profissional operacional. Ser criativo e buscar alternativas e aprender a planejar, e ser estratégico para as empresas”, explicou Benedito.
Assessoria/Caminho Político
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